⚖️ Personal propõe lei para limitar taxa de acesso em academias
Cobrança considerada abusiva reacende debate sobre até onde a academia pode cobrar para o profissional atender o aluno.
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🧬 Testosterona em mulheres será discutido no Arnold Sports 2026
O uso de testosterona em mulheres entrou de vez no radar do mercado fitness, e agora aparece como tema de palestra no Arnold Sports Festival South America 2026. Marcada para 24/04, a palestra terá foco nas consequências, riscos e estigmas do uso no público feminino.
O debate é relevante porque, fora do contexto clínico, a testosterona costuma ser vendida como “atalho” para performance, composição corporal e disposição. Só que diretrizes e entidades médicas apontam limites claros: a indicação terapêutica mais reconhecida para mulheres é restrita (como casos específicos de desejo sexual hipoativo em pós-menopausa), e o uso com fins estéticos/alto rendimento segue cercado de controvérsias e alertas.
Para os profissionais da educação física, não se trata de um aprendizado para “prescrever hormônio” mas sim, lidar com alunos perguntando, comparando e tomando decisões (muitas vezes arriscadas). Ter repertório para orientar com responsabilidade, e reforçar que treino, rotina e acompanhamento consistente continuam sendo o centro do resultado, vira parte fundamental da conversa.
👩💼 Liderança feminina no esporte e o futuro do setor fitness
Liderança feminina no esporte e no meio fitness não devem ser vistos mais como “pautas extra”. Com cada vez mais mulheres ocupando os espaços de decisão, isso vem definindo prioridades, investimentos, cultura e até o jeito como o mercado evolui, do esporte de alto rendimento às academias, eventos e marcas do ecossistema fitness.
Contudo, a presença na base não garante presença no topo. Mulheres são maioria em muitos ambientes de prática e formação, mas ainda encontram barreiras quando o assunto é comando: direção, coordenação, conselhos, gestão e bastidores onde as decisões realmente acontecem. E isso não impacta só a carreira individual: impacta o setor inteiro.
O avanço da liderança feminina também discute sobre ambientes seguros, respeito profissional, critérios de meritocracia reais e políticas (públicas e privadas) que facilitem a permanência e o crescimento dessas mulheres na carreira. Em resumo, quando mais mulheres ocupam cargos de comando, o mercado tende a refletir melhor o público que ele mesmo atende, e isso influencia desde a forma de comunicar e vender serviços até a criação de eventos, produtos e experiências mais inclusivas e sustentáveis para todo o setor.
🥤 Agora tudo virou “proteico”?
Marcas que por anos venderam “sabor e conveniência” estão correndo para vender proteína. A cada dia surgem cafés prontos com proteína, mais bebidas lácteas, leites filtrados e até queijos e requeijões com proteína adicionada.
A lógica é clara: o consumidor quer saciedade, praticidade e “nutrição funcional” no mesmo produto. E o boom das canetas emagrecedoras acelerou essa virada: comendo menos, muita gente passou a priorizar proteína, e as empresas correram para ocupar o espaço, incluindo nesse cardápio coisas como “protein water” (ou “água proteica”) e menus cada vez mais “proteicos” até em redes fast-food. Só que junto com essa onda veio também um viés apenas de “coisas positivas”: o rótulo com proteína faz parecer automaticamente saudável, mas a realidade não é bem assim.
O alerta que fica para o personal é: “proteico” no rótulo não é sinônimo de boa escolha. Vale olhar gramas de proteína por porção (às vezes é bem menos do que parece), açúcar/calorias e lista de ingredientes, além de reforçar ao aluno que esses produtos entram como complemento de conveniência, não como base da dieta. Proteína ajuda, mas saúde não se resume a um ingrediente: o que sustenta resultado ainda é rotina, treino bem feito, alimentação equilibrada e constância.
⚖️ Personal propõe lei para limitar taxa cobrada por academias
A cobrança de “taxa de acesso” para personal trainer volta novamente ao centro do debate, agora com uma proposta de lei no Amazonas para limitar o valor que as academias podem cobrar do profissional que atende alunos dentro do espaço. A ideia é que a taxa não ultrapasse um teto proporcional ao que o próprio aluno já paga para usar a estrutura.
A discussão nasce de uma queixa recorrente no mercado: enquanto o aluno paga uma mensalidade padrão, alguns personais relatam valores muito acima disso para poder trabalhar no mesmo local, o que encarece o serviço, aperta a margem do profissional e, em muitos casos, vira um “ou paga, ou não atende”.
No fim, esse tipo de movimento mostra que a relação academia–personal está virando pauta pública. E quanto mais o tema cresce, mais importante fica o básico: regras por escrito, clareza sobre taxas e condições de acesso, registro de acordos e transparência total com o aluno sobre o que está (ou não) embutido no preço do atendimento.
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IA no fitness: ameaça ou aliada do personal trainer?
A inteligência artificial já chegou ao treino personalizado: apps montam rotinas, ajustam carga por dados e até respondem dúvidas. Isso reacendeu o debate sobre substituição do profissional, mas o cenário mais realista é outro: a IA está virando mais uma tecnologia sendo usada no mundo fitness, e os profissionais do setor que souberem usar isso a favor ganham eficiência e escala, sem perder qualidade.
A IA apenas acelera o operacional, mas quem manda é o personal trainer
Na prática, a promessa da IA é rapidez e personalização em massa. O limite é que ela ainda não “vê” (apesar de alguns modelos de linguagem já possuírem câmeras, as respostas não são tão corretas) o aluno como o personal trainer vê: não lê sinais sutis de fadiga, não capta contexto emocional e pode errar ao generalizar padrões. Por isso, o diferencial não é competir, mas integrar a IA ao seu método e transformar isso em economia de tempo e melhor acompanhamento.
Como a IA pode ajudar o personal
Rascunhar treinos e variações (você revisa e ajusta)
Criar progressões e alternativas para semanas corridas
Gerar mensagens de check-in, lembretes e reforços de adesão
Organizar histórico e sinais do aluno (sono, passos, frequência, percepção de esforço)
Acelerar a parte manual do trabalho: rotina, documentação, comunicação
Onde o personal é insubstituível:
Decisão clínica do treino: segurança, biomecânica, execução e risco
Estratégia de longo prazo (e mudanças de rota quando a vida acontece)
Motivação, vínculo e leitura humana (o que faz o aluno permanecer)
Em 2026, a pergunta não é “IA ou personal?”. É “qual personal sabe usar IA para atender melhor?”. Quem assume esse papel tende a entregar mais valor, manter mais alunos e crescer com consistência.
Geração Z: quando ser fitness vira símbolo de status (e estilo de vida)
A Geração Z está transformando o jeito de “consumir” exercício físico. Para esse público, treinar deixou de ser só “projeto” e virou identidade: corpo, rotina, estética, bem-estar e pertencimento entram no mesmo pacote. É o tipo de movimento em que o lifestyle vale tanto quanto a ficha de treino, e isso explica por que “ser fitness” ganhou cara de status social.
Ao mesmo tempo, o treino ficou mais social e mais mensurável. Clubes de corrida, grupos, desafios e treinos de força aparecem como parte da vida (e do feed), com relógio no pulso, números na tela e vontade de compartilhar evolução.
Como posicionar sua consultoria para a Geração Z
Experiência + comunidade: grupos, desafios e “missões” semanais seguram mais do que plano solto.
Progresso visível: metas curtas (7/14 dias), registros simples e feedback rápido (performance, carga, consistência).
Treino com propósito: “ficar bem e se sentir bem” costuma engajar mais do que a promessa de transformação imediata.
Freio nos empolgados: linguagem sem culpa, sono/recuperação como parte do plano e atenção a sinais de pressão estética.
Conteúdo que converte: rotina, bastidores, dicas práticas e prova social — menos palestra, mais conteúdo dinâmico.
No fim, a Geração Z não quer só treinar: quer pertencer, medir progresso e sentir que está construindo um estilo de vida. O personal que entende isso vira referência, e transforma seguidores em alunos fiéis.
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Até a próxima, personal!














As academias precisam pensar nos personal trainers como parceiros e não como fonte de renda.